KB#56,5 – Extra – 500 milhas depois, e o que realmente importa

500 milhas depois

Nesse último final de semana, no dia 16 de Dezembro, aconteceu mais uma edição das 500 milhas de kart da Granja Viana.

A festa de fim de ano do kartismo que reúne grandes nomes do automobilismo, como Rubens Barrichello, Felipe Massa, Lucas Di Grassi, Nelsinho Piquet, Bia Figueiredo entre tantos outros, em disputas de igual pra igual com pilotos comuns, amadores.

O problema é que um fato, nas últimas voltas, mudou o rumo da corrida, foi notícia no mundo inteiro, e deixou a sensação de termos jogado um ano inteiro de trabalho em prol do nosso esporte no lixo.

Nessa edição extra, Bruno Escarim, Cristian Peticov, Luiz Cazarré, Miguel Cappuccio e Raymundo Valério tentam fazer um contraponto e enaltecer o grande legado das 500 milhas de kart para o esporte.

SEJA UM APOIADOR DO KARTBUZZ

Apoia.seapoia.se/kartbuzz

REDES SOCIAIS

Facebook: kartbuzz
Twitter: @kartbuzz
Instagram: @kartbuzz

E-MAIL

Queremos saber sua opinião, crítica, sugestão…
Envie um e-mail para nós: podcast@kart.buzz

  • Luciano

    Chata a posição do Miguel e dos demais. Nas redes sociais, leões contra a corrupção e desmandos do governo. mas quando confrontados com uma atitude em que nem precisar piscar duas vezes para reprovar e criticar na mesma hora, aí “conhece o pai, a madrasta, é um guri bom, de família”. E o mesmo em relação ao Tuka.

    Subir no muro nessa hora tira toda e qualquer legitimidade para criticar outras situações. Uma pena.

    • Miguel Cappuccio

      Olá Luciano tudo bem? Desculpe mas não posso concordar com sua colocação. Nem eu e nem os demais convidados ficamos em momento algum em cima do muro.

      Sim eu disse que conheço a família do Dantas e o conheço a um tempo, assim como conheço o Tuka mas em momento algum isso representar “estar em cima do muro” e muito menos me tira a legitimidade para poder analisar e/ou criticar outros assuntos que me sejam pertinentes.

      Caso você tenha ouvido toda a nossa discussão (o que não parece) poderia perceber que primeiramente evitamos a mesmisse da polêmica e procuramos o lado positivo do esporte e do evento, e depois eu mesmo fui bastante categórico em afirmar que pelo bem do esporte e da competição deveria sim haver punições, desde que a corda não estourasse pelo lado fraco.

      Espero ter esclarecido. Grande abraço e boas festas.

      • Luciano

        Miguel,

        O ponto não é perder tempo com a discussão. É a mensagem passada. Bastava, em 15 segundos, dizer algo nas linhas de: “Quero focar nos pontos positivos do evento. Entretanto, essa atitude é total e completamente inadmissível dentro de qualquer circunstância, e não vai ser aceita. No que me cabe, Rodrigo Dantas e Tuka Rocha não correm mais em eventos da Amika, que é até onde alcanço. E faço votos para que todos sejam punidos de forma exemplar.”

        Não foi o que foi dito, e a impressão pelo discurso da amizade (que, sinceramente, não vem ao caso) foi a de “passar a mão na cabeça”.

        • Miguel Cappuccio

          Caro Luciano, novamente entendo que você não se atentou a todo ao conteúdo.

          Eu disse SIM que deve haver punição, DESDE QUE não estoure apenas do lado mais fraco. Ambos erraram.

          Não passei em momento algum a mão na cabeça de ninguém. Nunca fiz isso como gestor da Amika, não seria agora como espectador dos fatos.

  • Luiz Cazarré

    Olá Luciano, tomo a liberdade de responder seu comentário, posto que participei dessa edição do KartBuzz. Nosso foco não foi, absolutamente, falar do incidente em si, mas dos pontos positivos das 500 Milhas. Muita gente falou do incidente pela mídia, com as posições mais diversas. Eu tenho minha opinião sobre o caso, vi opiniões que convergiam com a minha, e outras que divergiam. Tudo bem, viva a liberdade de opinião! Adaptando a famosa frase “Posso não concordar com o que dizem, mas defenderei até a morte o direito deles falarem”. Em suma, nossa intenção não era a de criticar nada, mas sim analisar os pontos positivos do evento. Valeu, forte abraço, Cazarré.