KB#50 – Fatos que nos fazem apaixonados por kart

kb50

 

Chegamos a edição história de número 50 \o/

Bruno Escarim, Cristian Peticov e Raymundo Valério, Luiz Cazarré e Mono conversam sobre os fatos e acontecimentos dos últimos dois anos no kartismo que nos fazem cada dia mais apaixonados por kart.

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  • Arthur Henrique Mendes Berté

    Realmente o kartismo “amador” (como disse o Peti, “onde que tá o amador?”) está forte, no mundo todo. Não vou dizer indoor ou outdoor, porque são de aluguel, e varia de local pra local… Mas o nível tá forte mesmo. Aqui no RS ficamos sabendo de pilotos que correm em categorias acima do Kart que foram pra lá e tomaram “um pau” do pessoal que competiu.

    Tenho a certeza de que na falta de ter ido pra lá, um treino virtual poderia ter ajudado MUITO o pessoal brasileiro todo que competiu, por exemplo. Hoje em dia, com a melhoria constante na física dos simuladores e com a constante melhora nos equipamentos necessários pra essa simulação, realmente estão se tornando imprescindíveis os treinos virtuais pra quem não tem acesso real a estes autódromos, pela crescente similaridade entre ambos. Com os óculos 3D, a realidade chega ainda mais perto da simulação virtual.

    Lógico, nada substitui o treino “real”, porém, com a aproximação destes, essa realidade fica cada vez MENOS distante do virtual. Aliado a treinos de coaches como o Peti (valeu Peti, eu não sou teu aluno, mas assim que orçamento permitir, serei. Teus vídeos gratuitos me ajudaram bastante!), que dão dicas tanto dentro do munto virtual, quanto fora dele, essa distância está ficando indistinguível.

    • Valeu @arthurhenriquemendesbert:disqus e bem vindo ao KartBuzz (pelo menos na área de comentários).

      • Arthur Henrique Mendes Berté

        Obrigado, Bruno! Já ouço o KB faz um tempo, mas hoje eu tive que comentar… O assunto vai dar o que falar, e é sempre bacana ouvir vocês falando sobre essas diversas coisas que deixam o kartismo algo tão bacana pra nós.

        E bora lá ouvir o KB 35 que eu quero ouvir mais sobre telemetria. :)

  • doug1asmorais

    Assim como todos disseram no podcast e o @arthurhenriquemendesbert:disqus reafirmou, o mundo do kartismo amador está cada vez menos amador, ao menos para uma parcela mais assídua dos praticantes. É cada vez mais presente ver a galera toda “paramentada”, com aparelhos de telemetria, patrocínios, presente constantemente nos kartódromos… não estou nesse nível tão alto, mas com certeza já estou bem mais “engajado” do que um ou dois anos atrás…

    Vou aproveitar a deixa da postagem do @brunoescarim:disqus no grupo do Facebook para ampliar a discussão sobre o momento do kartismo amador aqui no Brasil: considerando que estamos numa crise financeira já há um tempo, e que mesmo todos os projetos envolvendo o kartismo precisam de um período razoável para o ciclo de planejamento/implementação/operação, como se explica esse número de pistas e iniciativas?

    Será que o kart amador está em uma “ilha” de saúde financeira, sofrendo menos intempéries?
    Caso isso seja verdade, será que isso é saudável a médio/longo prazo?

    Inclusive, na postagem do Bruno, ele citou “uma (nova) bolha no kartismo”. Como foi o cenário da bolha?

    Será que todos os profissionais da área que já atuavam na época “aprenderam a lição” para minimizar os riscos de uma nova?

    Ah, muito obrigado pelos conteúdos aqui no site, no podcast e no grupo. Apesar de não ser participativo, estou sempre ouvindo e acompanhando.

    • Valeu @doug1asmorais:disqus mais pontos para refletirmos aqui! Excelente. Na verdade acredito que novos profissionais estão surgindo. Os que atuam “desde sempre” estão, ao meu ver, dançando conforme a música.

  • Djavan Roman

    Como testemunho próprio, posso afirmar que o Kartismo amador é uma oportunidade para pilotos com menos condições financeiras, poder participar de um campeonato ou até mesmo poder andar de kart, não apenas nos campeonatos federados, pois além de serem muito onerosos, não trazem nada de atrativo para os pilotos, como por exemplo uma categoria de base, passo à passo até uma evolução natural do piloto, já no indoor, além de o nivel de pilotagem ser muito bom, agrega valor o fato de que, quem é apaixonado pelo esporte, poder andar, aprender e melhorar seu nível de pilotagem, de maneira gradual, sem falar, que tem muitos campeonatos amadores, onde o nível de pilotagem, não deve em nada ao profissional.